A maconha de dentro para fora

A semana passada foi marcada por manifestações pela descriminalização da maconha. Gostaria de levar o leitor a algumas reflexões sobre este assunto tão importante, pedindo sua atenção até o fim do texto para evitarmos conclusões precipitadas. Aqui vão:

  1. Sair de casa para manifestar apoio a algo que sabidamente pode causar dano devido à dependência psicoquímica que a substância gera é algo, no mínimo, irrefletido;
  2. Com tantos exemplos de anônimos e celebridades que relatam ter chegado ao fundo do poço com drogas pesadíssimas, por terem iniciado com um ingênuo “tapa” em um cigarro de maconha oferecido por um “amigo”, e no entanto insistir no uso?;
  3. Descriminalizar algo que causa crimes, já que para se obter dinheiro para adquirir as “trouxinhas” ou cigarros de maconha e outras drogas o usuário, comumente, vende seus itens pessoais, lança mão dos recursos de seus pais inadvertidamente, chega a cometer roubo, às vezes até assassinato e depois leva sua família e amigos ao fundo do mesmo poço;
  4. Hoje são jovens que usam maconha ou qualquer outro entorpecente. Amanhã, com muita chance, adultos depressivos e doentes, e não sou eu quem o diz.

A lista seria enorme, mas o que também gostaria de deixar para reflexão é:

Usar alcóolicos e entorpecentes para alcançar um estado de prazer momentâneo mostra, a olhos mais atentos, uma carência psicoafetiva em determinada parte da composição emocional do indivíduo, seja do passado ou presente, e uma dificuldade visível em lidar com o concreto – a realidade. Penso que, ao invés de fazermos uma marcha pela descriminalização da maconha, deveríamos fazer uma marcha pela construção de valores reais, que sustentam a estrutura psicoemocional do indivíduo e por conseguinte da sociedade, valores que o trazem de volta ao solo, como o amor, o autoconhecimento, o estudo, o trabalho, a consciência política, o apoio ao próximo e tantas outros coisas.

Lançar mão da bebida, entorpecentes e até de farmacológicos para “abrir o espírito” é fato, porém uma realidade que é fruto do desconhecimento. Abre-se o espírito para tudo aquilo que o indivíduo tem em sua “caixinha de pandora” interior. Se a caixa carrega valores que ainda necessitam de muito tempo de trabalho e burilamento para serem aperfeiçoados, o resultado de colocar para fora aquilo que se desconhece, ou é incontrolável, pode ser desastroso. E é o que acontece na grande maioria das vezes. A manhã seguinte costuma até ser apelidada de “ressaca moral”. Beber socialmente se transformou em “beber até dar coma na gente”. Fumar um baseado até ficar “crack”.

Quase me deixei convencer que eu era careta. Hoje, sei que não sou careta – sou consciente, porque uso a experiência do outro a meu favor, uso a pouca inteligência que tenho, a lógica que se apresenta em tudo diante dos meus olhos e, sobretudo, o amor que é emanado de Deus e que chega a mim através dos amigos reais, da família, dos livros, do próximo e da natureza que se apresenta exuberante ao meu redor e que faz com que meu espírito realmente se abra para o Bem, sem, no entanto, me impedir de deixar quem quer que seja usar o seu livre-arbítrio, que é o presente mais sagrado que Deus nos deu depois da oportunidade da própria vida.

Esta é apenas uma reflexão, não um fechamento de questão. Em seu famoso livro “A Arte da Guerra”, Sun Tzu diz que a luta corpo a corpo é o último recurso do guerreiro habilidoso e que deve estar preparado para tal, no entanto, tem de evitar o confronto direto com um adversário destemido. Se o usuário de maconha não sabe onde ela pode levá-lo, deve evitá-la a qualquer custo. As consequências podem ser como as mostradas no link abaixo. Reportagem de hoje.

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/06/jovem-viciado-em-drogas-destroi-casa-da-familia-no-interior-de-sp.html

Sobre João Viégas

Consultor e professor de Pós-graduação e MBA em Marketing e Comunicação, autor e editor do livro 'tempo.com - A comunicação esquecida em tempos de Internet', articulista da revista Moda Brasil Magazine, palestrante em comunicação e professor de Língua Inglesa.
Esse post foi publicado em Comportamento, Cozinha do autor., Sociedade e marcado , . Guardar link permanente.

16 respostas para A maconha de dentro para fora

  1. Olá João, vamos por tópicos!
    1. A cannabis sativa é usada há aproximadamente 4 mil anos e proibida há menos de 40. Além da utilidade farmacológica, sua fibra, o canhamo, é muito melhor, mais resistente e durável que o algodão. As caravelas que chegaram a América usavam canhamo em suas velas e em todo o cordame.
    2. Alterar o estado de consciência com piscoativos é uma questão tão complexa que hoje é estudada pelos Físicos Quanticos: http://www.youtube.com/watch?v=6MMOhbXPj4k
    3. Não existe NENHUM efeito nocivo da cannabis no corpo que seja permanente. Todos os efeitos cessam após algum tempo de uso. (descoberta recente) Ao contrário do álcool que detona os neurônios, o figado, o estômago e etc. (Aliás, o CO² é um problema da cannabis, mas pode ser resolvido consumindo-a em forma de manteiga, bolos, doces e etc…)
    5. A cannabis é um excelente remédio para o câncer. O seu consumo em forma de bolos e doces, ajuda a suspender três medicamentos que agem para combater os efeitos colaterais da químio ou rádio terapia. Usada em combinação com estes tratamentos a cannabis ajuda a diminuir os impactos das drogas no figado, rins e estômago, melhorando a qualidade de vida do paciente que sofre com dores horríveis, falta de apetite e desanimo para enfrentar a doença. (além de ler estudos sobre, já presenciei)
    4. Antes de experimentar maconha, os jovens experimentam o álcool. Se a lógica da escada das drogas fosse verdadeira deveríamos proibir o álcool. Só que não é, o consumo de drogas não é uma escada, que começa com uma leve e passa para uma pesada, isso já foi desmistificada por vários estudos.
    5. Por falar em drogas, é muito interessante perceber que compramos drogas legais nas drogarias – para dormir, para acordar, para relaxar, para abrir o apetite, para aliviar a dor, para dilatar os brônquios, para acalmar, para dores de cabeça, etc – todas estas drogas, ou remédios, poderiam ser substituídas com menos efeitos colaterais e mais propriedade por um xarope de cannabis! Já pensou o prejuízo para a Bayer e Roxe e outros laboratórios gigantes, se as drogas que eles vendem fossem cultivadas em horta?
    6. A questão do religar e as drogas psicoativas realmente é grave e precisamos estar ligados ao nosso interior, antes de expandir a mente, nisso concordamos. Ninguém pode abrir a cabeça, desencaretar, olhando apenas para o umbigo, ou sem valorizar outros pensamentos e entendimentos. Porque o meu Deus, não é melhor que o Deus do outro, e antes do meu entendimento, há o respeito ao que eu não conheço.
    Abraço,

    Fidélis

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    • Caro Fidélis,

      Seus comentários são valiosos e espero que muitos possam ler o que você escreveu – sua audiência é sempre bem-vinda. Você está de parabéns porque “fez seu dever de casa” sobre maconha e são opiniões preciosas e embasadas como essa que todos precisamos. Seria ótimo se todos soubessem o que você sabe sobre maconha para poderem decidir por quê insistir em usá-la sem fins absolutamente necessários e com o devido acompanhamento de um especialista ou cientista. Penso que para qualquer ser humano bastam coisas inofensivas que preservam a saúde com extrema eficácia, como a troca de amor sincero, respeito, trabalho, estudo, caridade e tantas outras coisas, mas isso é um trabalho de descoberta individual que vem com o tempo, conforme mencionei no texto. Para os meus males do corpo prefiro usar o limão e a banana, em especial, já que a maconha não faz parte da minha dieta pessoal, e por trazerem curas preciosas, mas ainda também desconhecidas pela maioria e com a vantagem de não alterarem o meu estado de consciência. Quanto ao uso em roupas e velas de barcos, maravilha! É o bom uso daquilo que está posto na Terra para o nosso uso. Aliás tudo é neutro, não é mesmo, Fidélis?, – quem dá a positividade ou negatividade às coisas é o homem. Uma faca em boas mãos corta uma laranja, em mãos despreparadas pode provocar o assassínio. Sendo você um grande conhecedor da erva, convido-o e estimulo-o a se empenhar ainda mais no estudo em referência para que as pessoas não ignorem a maravilha que ela pode ser, quando usada para os fins corretos, por mãos operosas no bem. E Deus não tem nada a ver com isso mesmo, certíssimo! A escolha é de cada um, como eu deixei bem claro no texto.

      Deixo aos amigos e leitores curiosos e amantes do conhecimento a seguinte frase e os links abaixo, pois, assim como você, sou adepto às coisas naturais e também penso que a indústria farmacêutica lucra em cima do nosso desconhecimento, sem no entanto deixar de ser grato pelo que de bom já me proporcionaram até hoje através do trabalho valoroso de alguns cientistas e pesquisadores. Faço, inclusive, inferência ao assunto de medicina natural em meu livro “tempo.com – A comunicação esquecida em tempos de Internet”, quando ressalto a forma de entender e agir das medicinas indiana e chinesa. Grande abraço!

      “FAZEI DE VOSSO ALIMENTO O VOSSO REMÉDIO.”(Hipócrates – considerado o pai da medicina)

      LIMÃO!
      http://www.ednatureza.com.br/poderlimao.htm

      BANANA!
      http://www.melhordanet.com/webmaster/propriedades_da_banana.htm

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  2. Heloisa V. Coutinho (de volta a BH) disse:

    João,

    Concordo do início ao fim! Muitas vezes sou vista como careta, mas sinto tanto prazer em ser consciente que não me importo nada com esse rótulo.

    Você foi muito feliz na sua colocação sobre deixar escapar da nossa “caixa de Pandora” “valores” ainda sem valor! A sobriedade tem vantagens que só que a vive conhece. Não abro mão dela em hipótese alguma e acredito que não haja maneira melhor de viver a vida.

    Parabéns pelo blog. Tenho lido sempre, mas tenho tido pouco tempo, então prefiro deixar pra comentar com mais tempo como agora, por exemplo.

    Grande abraço.

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    • Heloísa,

      sou agradecido, do início ao fim, pelo seu tempo de leitura e pelo seu comentário, porque sei que as coisas são corridas mesmo. Obrigado! Sua opinão é de grande importância. Sempre que puder, dê uma passadinha e coloque sua opinião, ok?

      Abraço de volta!

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  3. Hugo disse:

    Acredito que o vício está sempre relacionado a algum tipo de desequilíbrio. Sexo, drogas, comida em excesso indicam que as pessoas estão incompletas. A maior parte de nós, seres humanos, é dessa forma.
    Não acredito que privar as pessoas de suas escolhas é a melhor forma de lidarmos com a vida.

    Não acredito em proibir a gordura para as pessoas não ficarem gordas!

    A busca pelo equilíbrio é muito difícil, mas deve ser sempre perseguida. E a liberdade de escolha das pessoas deve ser sempre respeitada!

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    • Caro Hugo,

      obrigado pela sua resposta ao post. Acredito não ser apenas a maioria de nós humanos que está incompleta, como você citou, mas todos nós, mesmo que você tenha entendido que eu ou qualquer um se julgue estar completo. Como você, acredito que não se deva privar qualquer pessoa de escolhas, já que todos nós nascemos com a livre-escolha de fazermos o que bem entendermos, certo? É importante, apenas colocando, que auxiliemos uns aos outros quanto às escolhas, visto que nem todos ainda sequer aprenderam a escolher, principalmente os adolecentes, pela pouca vivência que têm e necessitarem de opiniões diversas para se balizarem. Eu apenas contribuí com a minha. No entanto, seu comentário é valiosíssimo, pois há quem se identifique com a sua forma. Sinta-se sempre livre para opinar aqui. Não faço censura a qualquer tipo de comentário, publico tudo, com exceção, por princípios particulares, a comentários que contém palavras de vulgaridade, xingamentos e coisa do gênero. Mas isso quem faz é o blog, automaticamente, pois apenas o programei para tal. Entendo que até para se emitir um simples comentário devemos nos eforçar para trazermos o melhor que há em nós, pois o esforço só engrandece e é um dever de todos para melhorarmos a sociedade, que somos nós mesmos. O mundo precisa de agentes, não reagentes. Sejamos agentes então! Forte abraço!

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  4. Felipe Viégas disse:

    Felipe Viégas curtiu isso
    a nova chapa do DA vai adorar esse link. Eles são contra o uso nas dependências do ICB (claro né!)
    Só que ainda tem uns Zé com frita cabeçudo que insistem em usar…

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    • Felipe,

      que bom que curtiu o post. Espero que possa gerar uma boa discussão no DA da universidade onde você estuda. O assunto é longo, polêmico e é ótimo que esteja em movimento nas classes estudantis com fins de transformação de conceito e uso.
      Não deixe de trazer suas opiniões para o blog, ok?

      Abração!

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  5. Ricardo disse:

    Prezado João,
    Parabenizo-o pelo texto publicado em seu blog. Achei muito boa a reflexão. Já encaminhei para cerca de 50 outras pessoas conhecidas, inclusive para o deputado estadual, sr. Fred Costa, quem sabe não ganhamos uma força extra para uma ampliarmos a conscientização. Espero que realmente sejam úteis para os pais e filhos.
    Grande abraço.
    Ats,
    Ricardo Martelleto.

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    • Meu caro, nao tenho como lhe agradecer o tempo da leitura e da multiplicação da mensagem aos seus amigos e também a um representante do interesse público. Esteja sempre presente opinando livremente sobre os assuntos postados.
      Grande abraço!

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  6. Bem, ” sem fins necessários” é uma coisa muito particular. E aqui prefiro não entrar em questões pessoais, já que me parece ser um blog de informação, de transmissão de conhecimento e não de debate sobre gostos. Além do mais, a cannabis, assim como o alcool, ou a dipirona, são absorvidos pelo organismo de forma diferente.
    Para conhecer um pouco mais sobre o assunto e sobre as pesquisas mais recentes:
    http://super.abril.com.br/superarquivo/2002/conteudo_120586.shtml
    Ah e um detalhe interessante, para se conseguir uma overdose de maconha é preciso ingerir – comer ou fumar 15 toneladas do produto. Para se conseguir uma overdose de álcool, basta um litro de destilado! (menos para o Ozzy Osborne, que tomava 4 litros de conhaque e só desmaiava, descobriram que ele tem um gen – estudos indicam que provavelmente do homem de neandertal – que limita os efeitos do álcool.)
    Abç,

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    • Meu caro Fidélis,

      percebo que o assunto guarda acesso especial aos recônditos mais íntimos do seu coração. Portanto, como não foi e não é de minha intenção dizer o que é certo, mas sim o que penso e como ajo, como funciona comigo, e apenas propus uma visão que pode ou não ser acatada pelo leitor, opto por não me estender a outros comentários. No entanto, afirmo, com certeza, que o blog é aquilo que nele vêm. Quando lancei meu livro, coloquei na contracapa assim: “Tempo.com é um livro de desenvolvimento humano e conhecimento, mas pode ser de comédia ou entretenimento, de serviço ou autoajuda, se assim o leitor o enxergar.” O blog segue a mesma linha acrescido o fato que estamos debatendo em tempo quase real, pois coloquei a disponibilidade de comentário proporcionando o diálogo. Debater não significa ir até o fim das questões de forma que um saia derrotado e o outro vencedor, significa exposição de pontos de vista e absorção do que de melhor há em cada um deles.

      No mais, esteja sempre presente, pois suas opiniões são valiosas, ok, meu caro? E ah! Como adquiro seu livro sobre o Gilson?

      Forte abraço.

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  7. Lívia Viégas disse:

    João,

    É isso aí João!! A opção de encarar as dificuldades da vida sem precisar de recurso “extra” é sempre a melhor.

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    • Bem, Lívia, a vida não é fácil para ninguém, não é mesmo? Aquele que acha que está fácil é porque ainda não começou a viver, na minha opinião. O fato é que seria ótimo contar com recursos extras se eles viessem na figura da família, bons amigos, escola e lazer de qualidade. Estes são feijão sem bicho. Outras coisas devem ser analisadas mais criteriosamente, entendo eu.

      Obrigado por trazer seu comentário e fique sempre ligada no que rola por aqui.

      Até a próxima!

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  8. Filipe Coutinho disse:

    Caro João, admiro muito sua iniciativa de tocar com honestidade e sabedoria em um tema tão difícil e de opiniões tão divergentes. Além de tudo que foi brilhantemente exposto em seu texto gostaria de adicionar algumas informações:

    A lei 11,343 de 23 de agosto de 2003 deu um gigantesco passo atrás quando admitiu penas alternativas para usuários de drogas:

    Art. 28. Quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar será submetido às seguintes penas:
    I – advertência sobre os efeitos das drogas;
    II – prestação de serviços à comunidade;
    III – medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo.

    Enquanto o Traficante é assim enquadrado:
    Art. 33. Importar, exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender, expor à venda, oferecer, ter em depósito, transportar, trazer consigo, guardar, prescrever, ministrar, entregar a consumo ou fornecer drogas, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar:
    Pena – reclusão de 5 (cinco) a 15 (quinze) anos e pagamento de 500 (quinhentos) a 1.500 (mil e quinhentos) dias-multa.

    Nesse caso, no meu ponto de vista, temos um dilema de causa-efeito. Como o caso do Português que descobriu que a mulher o traia no sofá e vendeu o sofá!

    O tráfico só existe pois há pessoas dispostas a comprar o entorpecente. Se acabarmos com os usuários, o traficante venderia para quem?
    Agora, com certeza, se prendermos todos os traficantes do mundo, em menos de um mês o tráfico estará restabelecido, pois haverá uma “massa” ávida em usar os entorpecentes (a qualquer preço).

    Minha opinião é que droga se combate com educação e punição, simples assim. Ensine a ilegalidade do uso de drogas e puna exemplarmente aqueles que se desviam da conduta!

    P.S. Eu sei que saí um pouco do tema… mas estava entalado!!!

    Abraços.

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    • Felipe,

      obrigado pela sua leitura e pelos elogios, mas não faço nada além de colocar sob outra perspectiva um assunto tão complicado e polêmico. Confesso que isso é muito difícil e que também estava entalado como você. Mas que bom que você viu o texto com bons olhos, os seus olhos, do seu jeito, trazendo mais informações e percebendo o que eu queria transmitir, já que deixei claro que cada um tem o direito de “fazer o que quiser” e ter sua própria opinião. Eu só opinei. Foi muito providencial também que você, como conhecedor e servidor da lei, tenha esclarecido no blog o que a lei, a que todos nós estamos submetidos, estabelece. Quanto à punição, este infelizmente é o caminho de quem não opta pelo caminho do amor. Educação sempre! Mas no final, todos chegaremos lá. Disso não tenho dúvidas.

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